CARREIRAS 04/03/2013 - 11h02

Profissão em destaque: fisioterapeuta

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Igor de Melo

É provável que a maioria da população já tenha feito algum tratamento fisioterápico, ou conhece alguém que já o fez. Na maioria dos casos, para recuperar-se de uma torção ou de alguma dor muscular. Mas o trabalho do fisioterapeuta vai além disso: ele atua também na prevenção de doenças e na promoção da saúde, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida das pessoas.

O método de trabalho do fisioterapeuta é menos invasivo que o da medicina tradicional. O profissional realiza procedimentos à base de calor ou frio (termoterapia), compressas, alongamento, massagens, eletricidade (eletroterapia) e luz, entre outros elementos, para recuperar movimentos do corpo, eliminar as dores e prevenir doenças.

“A cada dia, a sociedade exige mais das pessoas, que muitas vezes não estão fisicamente preparadas”, afirma Pedro Lima, professor do curso de Fisioterapia da Universidade Federal do Ceará (UFC). “A Fisioterapia propicia o desenvolvimento de ações preventivas primárias, secundárias e terciárias para minimizar disfunções”, explica.

Segundo o professor, na graduação, o aluno de Fisioterapia estuda o funcionamento normal e anormal do corpo humano, aprende a avaliar e diagnosticar o paciente, desenvolve habilidades e competências para o tratamento e prevenção dos pacientes. O aluno estuda desde disciplinas das Ciências Biológicas, como Anatomia, Fisiologia e Biomecânica, a disciplinas das humanas, como Sociologia, Filosofia, e Antropologia.


Atuação


Além de trabalhar na reabilitação de lesionados em ortopedia e traumatologia, o fisioterapeuta pode trabalhar também em UTIs de hospitais, no campo estético, na área esportiva, na geriatria e na área de saúde do trabalho, entre outras. De acordo com a fisioterapeuta Vania Pessoa, 26, o profissional deve buscar uma especialização para se destacar no mercado. “Se você ficar só com a graduação, vai ser mais difícil conseguir um emprego”.

Vania aconselha a profissionais recém-formados a trabalhar em clínicas de fisioterapia e a fazer cursos de pilates, que “está em alta e gera um bom retorno”. Segundo a fisioterapeuta, a maioria dos profissionais não trabalha com carteira assinada. Ela afirma que, para os autônomos, o salário inicial gira em torno de mil reais. Para os que trabalham com carteira assinada, a Federação Nacional dos Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais define o salário inicial como R$ 1.780 por 30 horas de trabalho semanais.

EM BAIXA
A MAIORIA
dos profissionais não trabalha com carteira assinada e há poucos concursos públicos na área.

EM ALTA
EXTENSA ÁREA DE
atuação. Em destaque estão a Fisioterapia Dermatofuncional, a Fisioterapia Esportiva e a Osteopatia.

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